Hoje escrevi…
Hoje escrevi…
Ontem escrevi… Mas já passou…
Amanhã escreverei… O que? Não sei!
Hoje escrevo…
Escrevo aqui e agora.
No presente, não estou mais ausente.
Escrevo tudo que me habita…
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Hoje escrevi…
Ontem escrevi… Mas já passou…
Amanhã escreverei… O que? Não sei!
Hoje escrevo…
Escrevo aqui e agora.
No presente, não estou mais ausente.
Escrevo tudo que me habita…
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Ele e ela
Ele é homem, ela é mulher.
Ele é yang, ela é yin
Ele é sol, ela é lua.
Ele é o calor que aquece no frio.
Ela é o frio que suaviza o calor.
Ele é força, ela é suavidade.
Ele é sabedoria, ela é imaginação.
Ele é inteligência, ela é sensibilidade.
Ele é terra, ela é mar
Ele é fogo, ela é ar.
Ele é razão, ela é emoção.
Ele é organização, ela é espontaneidade.
Ele é música, ela é dança.
Ele é som, ela é silêncio
Ele é o sonho dela… Ela é o despertar dele…
Ele e ela… Não são duas metades… São dois inteiros… São parceiros…
Não são opostos… São complementares!
E assim é.
Gabriele Ribas
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Ilustração: Cintia Freitas
https://www.facebook.com/estudiocintiafreitas/?fref=ts
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Escreva quando estiver triste,
E parecer que tiraram o chão dos seus pés.
Na linha da frase, recupere a sua base.
Encontre o seu caminho, acolha-se, no ninho.
Traduza as lágrimas em palavras.
Enxugue suas lástimas.
Respire fundo. E vire a página.
Escreva quando estiver com raiva.
E a energia ardente circular por todo corpo.
Transforme esta força, em criatividade.
Escreva e reescreva.
Rabisque, apague, amasse.
Expresse a sua dor, aliviando-a.
Respire fundo. E vire a página.
Escreva quando estiver com medo.
E até quando a sua sombra te assustar.
Sozinho, no escuro, acenda a luz interior…
Abrace a sua sombra, com amor.
Deixe a escrita te conduzir.
Caminhe pelas letras que clareiam seus passos.
Releia sua trajetória. Agradeça cada aprendizado.
Respire fundo. E vire a página.
Escreva quando estiver alegre.
Comemore, celebre e agradeça.
Escrever intensifica e prolonga a felicidade.
Promove emoções positivas dos pés a cabeça.
Conte as suas infinitas bênçãos.
Sorria nas páginas de alegria.
Reconheça este nobre momento.
Respire fundo, e vire a página.
Com reverência e gratidão…
Escreva cada emoção.
Se o sentimento é bom ou ruim
Quem sabe é o coração.
O papel tudo recebe, aceita e acolhe.
Não julga não interrompe nem esnoba.
O lápis te instrumenta e te dá asas para voar.
Entre linhas, entrelinhas, até, se encontrar!
Escreve, escreve, e vira a página.
Há sempre algo novo para contar.
E o seu caderno – confidente.
Sempre irá te escutar!
Essa não é uma poesia sobre emoções.
É sobre virar a página…
Tudo passa.
Tristeza, medo, raiva, alegria…
Sentimentos que vem e que vão.
Viva cada momento, intensamente…
Respire fundo, e vire a página.
Tudo passa, mas nada é em vão.
— Quando olhar para trás, verás que escreveu uma bela história, colorida de emoções… Momentos alegres ou tristes te fizeram ser quem és.
Virar a página é celebrar a bênção do novo dia.
Virar a página é recomeçar.
Virar a página é reinventar-se.
É amar-se, é amar.
Qual a página da sua vida que você precisa virar para permitir-se viver uma nova história?
Muitas vezes, estamos relendo a mesma folha, e parece que andamos em círculo, sem sair do lugar.
Fica o convite para virar a página, e descobrir que o NOVO, já está a te esperar!
Chega de repetir dores do passado… Vamos criar felicidade?
Vire a página, e busque ser feliz.
Escreva a sua própria história…
O que me diz?
Com carinho,
Gabi
Eu participo de um grupo mastermind com algumas amigas e a cada mês nós lançamos desafios que estão alinhados com as nossas metas de crescimento pessoal. O desafio do mês de fevereiro é:
Escrever e publicar diariamente!
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“Às vezes escrever uma só linha basta para salvar o próprio coração.”
Clarice Lispector
Esta é uma sugestão de exercício de autoconhecimento para quando você estiver com tantos sentimentos fortes em relação a certa pessoa, que sente dificuldade ou impossibilidade de falar tudo o que sente…
Exercício de escrita terapêutica: A carta não enviada:
Escrever é uma forma eficiente de organizar os seus pensamentos e expressar os seus sentimentos mais profundos.
Se você tem um problema com alguém, esse problema é seu, não do outro. Com a técnica da carta não enviada, você resolve o problema, dentro de você. Isso traz mais clareza, mais leveza, mais bondade. Não é o outro que precisa mudar, mas sim a maneira de você enxergar a situação.
Se você está em conflito com alguém, experimente escrever sobre isso. Faça da escrita a sua autoterapia. Escrever traz alívio, clareza e calma. Com mais serenidade, e depois de uma boa noite de sono, você poderá avaliar se ainda há algo que de fato vale a pena falar. Muitas vezes, a prática da carta não enviada é suficiente para acalmar o seu coração. E um coração que está em paz, vê festa em todas as aldeias (provérvio hindu)!
Com carinho, Gabi
Psicoterapeuta Transpessoal
cadernodagabi@gmail.com

ESCREVER E EDITAR: HARMONIZANDO OS HEMISFÉRIOS CEREBRAIS
Escrever livremente amplia a sua capacidade de comunicação e inspira o seu autoconhecimento.
O potencial criativo é amplificado quando nos sentimos livres para experimentar, para criar, para escrever e para viver com autenticidade!
A escrita é um ato criativo que integra duas etapas importantes: ESCREVER e EDITAR.
ESCREVER: A primeira etapa consiste em permitir o livre fluxo criativo e escrever espontaneamente. Escrever possibilita expressar e materializar os seus pensamentos, ideias, sentimentos, intuições, experiências, conhecimentos, imaginações e informações.
EDITAR: A segunda etapa implica em organizar, editar e conferir racionalmente o que foi escrito. É neste momento que observamos a coerência da mensagem, conferimos a ortografia e a concordância gramatical.
Para escrever, acionamos o nosso hemisfério cerebral direito, a “morada” da criatividade, da síntese, da imagem, dos sentimentos, da poesia, do prazer e da criança interior. Para editar o que escrevemos, precisamos ativar o nosso hemisfério cerebral esquerdo, responsável pela lógica, raciocínio, classificação, organização gramatical e análise crítica.

Na escrita terapêutica, visando comunicar-se melhor consigo mesmo e experimentar a liberdade de criar e expressar o seu mundo interior, a primeira etapa (escrever) pode ser suficiente.
Contudo, quando almejamos compartilhar o que escrevemos, a segunda etapa (editar) é essencial para que a entrega da nossa mensagem seja clara e eficiente. Escrever e editar integra os nossos hemisférios cerebrais, como uma dança criativa e dinâmica.
De um modo geral, a escola formal preconiza a edição da escrita, valorizando em demasia o português correto, as regras gramaticais e a lógica racional.
Contudo, vimos que esta é uma etapa importante da escrita, mas não é a única. Antes de esculpir o texto, precisamos da matéria prima! A fonte da criatividade brota da nossa alma e precisa fluir livremente pelas nossas mãos.
A nossa escrita espontânea é a matéria prima da nossa obra.
O curso ESCREVA-SE: oficina on-line de escrita autêntica busca desbloquear o potencial criativo e permitir o livre fluxo da imaginação e da criatividade única de cada pessoa. Através de exercícios de escrita positiva, espontânea, criativa e terapêutica, convida-se a alma a expressar a sua voz.
Desafios criativos estimulam a escrita como um processo de crescimento pessoal.
Se você quiser saber mais sobre a próxima turma do ESCREVA-SE, clique aqui.
Com carinho,
Gabi Ribas – coach de escrita
cadernodagabi@gmail.com
Escrever sobre a escrita terapêutica é algo muito espontâneo e natural para mim, afinal, vivencio esta prática desde criança. Sempre apreciei poder me expressar através da arte, especialmente a arte da escrita.
Na infância, desenhava diariamente e escrevia em uma língua própria, que só eu entendia… rsss
Na adolescência, ter um diário me ajudou a passar por esta fase de tantas mudanças, dúvidas e a busca pela identidade.
Os desafios da vida adulta ficaram mais leves com a prática da escrita criativa, espontânea e terapêutica.
Diário, agenda, caderno de sonhos, rabiscos, ideias…
Assim, o papel foi tornando-se para mim, um GRANDE TERAPEUTA. Sempre aberto, receptivo, acolhedor…
E transformador! Como um espelho, podemos nos ver naquilo que escrevemos e isto pode ser profundamente terapêutico.
Dores se transformaram em poesias, desafios se transformaram em contos, angústias se transformaram em palavras e as palavras transformaram o sofrimento em autoconhecimento, aprendizado e superação.
As alegrias viraram histórias, os sonhos viraram romances, as inspirações viraram pensamentos, que transformaram sentimentos, ressignificaram memórias e redescobriram potencialidades.
E assim… Ontem, hoje e amanhã, a escrita sempre me acompanha, me alimenta, me transforma e me cura!
Na escrita terapêutica escrevemos para nós mesmos, sem preocupação com certo ou errado, bonito ou feio, bom ou ruim. A ESCRITA ESPONTÂNEA É LIBERTADORA!
A liberdade para nos expressarmos abre o portão da criatividade e da inspiração. A escrita autêntica nasce da nossa alma, é a expressão da essência criativa do ser.
Escrever pode ser terapêutico, transforma-dor…
Transforma a dor… em cura.
Eu acredito que precisamos SER o exemplo daquilo que acreditamos. Assim, sendo a escrita terapêutica para mim, confio que posso ajudar que ela seja terapêutica para você também, se você quiser, é claro!
Há vários exercícios, técnicas, dinâmicas e ferramentas de auto-descobrimento e criatividade que podem desbloquear o nosso potencial criativo e libertar o escritor-terapeuta que existe em nós.
Todos nós temos algo a dizer, uma mensagem que ansiamos tirar da cabeça em direção ao papel… e do papel ao mundo! Quando lemos a nossa criação, podemos nos reconhecer, reencontrar, recriar… E ir além!
Agora, algumas perguntas para você:
1. Como é a sua relação com a escrita?
2. Você já praticou a escrita terapêutica? Tem vontade de experimentar esta prática?
3. Você acredita que a escrita possa ser terapêutica? Obs* entendendo terapêutico não como sendo psicoterapia, mas sim aquilo que nos promove bem estar, saúde e amplia a nossa consciência.
Que possamos ser os autores da nossa vida, escolhendo como queremos escrever a nossa história. Muitas vezes não podemos mudar os fatos, mas podemos mudar a forma de encará-los, e mais importante: podemos nos transformar positivamente diante das mais diversas experiências, sejam boas ou ruins – isso depende de como as vemos. Assim, sempre podemos escolher como vamos sentir, pensar e agir.
Se você deseja receber conteúdos exclusivos sobre escrita terapêutica, entre outros temas de autoconhecimento, solicite através do e-mail: cadernodagabi@gmail.com ou cadastre-se na nossa newsletter.
Com carinho,
Gabi


